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What is mind? Doesn’t matter. What matters? Never mind !
— Frances Russell
 

Projetos Atualmente em Curso


ANÁLISE DA EQUIVALÊNCIA MECÂNICA DO PAR (VELOCIDADE , INCLINAÇÃO) PARA OS CONTROLES CARDÍACO E MOTOR

CORRIDAS EM PLANO INCLINADO SÃO PARTE IMPORTANTE DOS TREINOS DE CORREDORES PROFISSIONAIS E AMADORES. EM RELAÇÃO AO PLANO HORIZONTAL, DESLOCAR-SE EM INCLINAÇÃO POSITIVA IMPÕE DEMANDAS DISTINTAS AO SISTEMA CARDIOVASCULAR, ASSOCIADAS À MAIOR POTÊNCIA, E TAMBÉM AO SISTEMA MUSCULAR, DEVIDO A ALTERAÇÕES DE PASSADAS, PARA UMA MESMA VELOCIDADE. OS CONTROLES CARDÍACO E DO SISTEMA LOCOMOTOR PODEM SER ACESSADOS POR MEIO DE ESTIMADORES DE VARIABILIDADE E COMPLEXIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA E DO PADRÃO DE LOCOMOÇÃO (COMPRIMENTO E FREQUÊNCIA DE PASSADAS). O PRESENTE TRABALHO BUSCA ENTENDER O COMPORTAMENTO DESTES DOIS SISTEMAS EM CORRIDA NO PLANO COM INCLINAÇÃO POSITIVA. SERÃO OBTIDOS REGISTROS ELETROCARDIOGRÁFICOS E ELETROMIOGRÁFICOS DE VOLUNTÁRIOS AO LONGO DE 9 CORRIDAS COM DURAÇÃO DE 6 MINUTOS CADA, COMPOSTAS POR COMBINAÇÕES ENTRE 3 VELOCIDADES E 3 INCLINAÇÕES. A PARTIR DESTES REGISTROS, UM CONJUNTO DE ESTIMADORES DE VARIABILIDADE E COMPLEXIDADE NO DOMÍNIO DO TEMPO E DA FREQUÊNCIA SERÃO COMPUTADOS. AS SEGUINTES PERGUNTAS SERÃO ABORDADAS: (1) NUM MESMO INDIVÍDUO, HÁ ALTERAÇÃO DOS ESTIMADORES ENTRE OS DIFERENTES PARES (VELOCIDADE,INCLINAÇÃO)?; (2) QUAL A EQUIVALÊNCIA DE VELOCIDADE E INCLINAÇÃO PARA CADA INDIVÍDUO?; (3) HÁ CORRELAÇÃO ENTRE OS ESTIMADORES E A POTÊNCIA RELATIVA DESENVOLVIDA?; (4) EXISTE CORRELAÇÃO ENTRE A VARIAÇÃO DE POTÊNCIA E A VARIAÇÃO DE UM DADO ESTIMADOR?


ELETROMIOGRAMA E COMPLEXIDADE DO SINAL PARA AVALIAR EFEITOS DE SUPLEMENTAÇÃO COM BETA-ALANINA NA PROGRESSÃO PARA FADIGA EM CONTRAÇÕES CÍCLICAS

A FADIGA MUSCULAR É UMA QUESTÃO CIENTÍFICA COM VÁRIAS FACETAS AINDA NÃO ESCLARECIDAS. SEUS FATORES CAUSAIS SÃO DIVERSOS, SENDO A QUEDA DE PH INTRACELULAR UM DOS PRINCIPAIS PROTAGONISTAS. A CARNOSINA, UM DIPEPTÍDEO FORMADO POR L-HISTIDINA E BETA-ALANINA, É ENCONTRADA NA MUSCULATURA ESQUELÉTICA E É UM IMPORTANTE AGENTE DE TAMPONAMENTO DE PH. NESTE CONTEXTO, A SUPLEMENTAÇÃO COM BETA-ALANINA ADQUIRE RELEVÂNCIA PELO POTENCIAL EM ELEVAR A CAPACIDADE TAMPONANTE DE MÚSCULOS, AUMENTANDO A RESISTÊNCIA À FADIGA, COMO, DE FATO, TEM SIDO RELATADO. A ELETROMIOGRAFIA DE SUPERFÍCIE PERMITE ESTUDAR A ATIVIDADE DE UM MÚSCULO EM TEMPO REAL, SENDO QUE É CONHECIDA A EXISTÊNCIA DE UM COMPORTAMENTO ELETROMIOGRÁFICO DE FADIGA COM COMPRESSÃO DO ESPECTRO EM BAIXAS FREQUÊNCIAS. POR OUTRO LADO, MÉTODOS NÃO LINEARES SÃO CADA VEZ MAIS EMPREGADOS PARA A CARACTERIZAÇÃO DE COMPLEXIDADE EM SÉRIES TEMPORAIS DE ORIGEM BIOLÓGICA, E ALGUNS ESTUDOS MOSTRARAM PERDA DE COMPLEXIDADE DO SINAL ELETROMIOGRÁFICO EM DECORRÊNCIA DA ATIVAÇÃO CONTÍNUA VOLUNTÁRIA DE GRUPAMENTOS MUSCULARES. CONTUDO, AINDA NÃO SE TEM O PLENO ENTENDIMENTO DE QUAIS FENÔMENOS BIOLÓGICOS PODERIAM EXPLICAR TAIS COMPORTAMENTOS. TEM-SE, ASSIM, A SEGUINTE QUESTÃO: EXISTE DIFERENÇA NA RESPOSTA ELETROMIOGRÁFICA DE FADIGA À ESTIMULAÇÃO CÍCLICA VOLUNTÁRIA À EXAUSTÃO EM DECORRÊNCIA DA SUPLEMENTAÇÃO CRÔNICA COM BETA-ALANINA? A PRESENTE PROPOSTA PRETENDE ABORDAR ESTA QUESTÃO UTILIZANDO O ELETROMIOGRAMA E MEDIDAS DE COMPLEXIDADE DO SINAL ELETROMIOGRÁFICO PARA BUSCAR CARACTERIZAR OS EFEITOS DA SUPLEMENTAÇÃO CRÔNICA SOBRE A ELETROFISIOLOGIA MUSCULAR AO MESMO TEMPO QUE BUSCA MELHOR EXPLICAR OS FENÔMENOS BIOLÓGICOS POR TRÁS DOS COMPORTAMENTOS ELETROMIOGRÁFICOS.


BUSCA POR UMA OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS DE DESCOMPRESSÃO APLICADOS AO MERGULHO NÃO COMERCIAL

EM QUALQUER EXPOSIÇÃO A UM AMBIENTE PRESSURIZADO, HÁ ABSORÇÃO DE GÁS INERTE PELOS TECIDOS DO CORPO HUMANO, DE ACORDO COM A LEI DE HENRY: “A SOLUBILIDADE DE UM GÁS DISSOLVIDO EM UM LÍQUIDO É DIRETAMENTE PROPORCIONAL À PRESSÃO PARCIAL DO GÁS ACIMA DO LÍQUIDO. ” DURANTE UMA IMERSÃO, UM MERGULHADOR RESPIRA GÁS COMPRIMIDO À PRESSÃO AMBIENTE. TAL GÁS SE DISSOLVERÁ NO SANGUE E, A PARTIR DESTE, DISSOLVER-SE-Á NOS DIVERSOS TECIDOS DO ORGANISMO. A ABSORÇÃO POR UM DADO TECIDO É FUNÇÃO DIRETA DO TEMPO DE EXPOSIÇÃO, DA PRESSÃO AMBIENTE, DA SOLUBILIDADE DO GÁS NO TECIDO E DA PERFUSÃO DO TECIDO. USUALMENTE, DOIS GASES SÃO UTILIZADOS COMO DILUENTES NO MERGULHO: NITROGÊNIO E HÉLIO. NO ÂMBITO DO MERGULHO PROFUNDO COMERCIAL, O HIDROGÊNIO É UTILIZADO EM ALGUMAS SITUAÇÕES, DADO O SEU BAIXO COEFICIENTE NARCÓTICO. JÁ NO ÂMBITO DO MERGULHO NÃO-COMERCIAL (OBJETO DESTE ESTUDO), O HIDROGÊNIO NÃO É UTILIZADO POR CONTA DAS ENORMES COMPLICAÇÕES OPERACIONAIS ENVOLVIDAS, SENDO O HÉLIO O GÁS DE ESCOLHA EM MERGULHOS ABAIXO DOS TRINTA METROS DE PROFUNDIDADE. A REDUÇÃO DA PRESSÃO AMBIENTE APÓS EXPOSIÇÃO A UM AMBIENTE PRESSURIZADO PODE PROVOCAR UM MAL CONHECIDO COMO DOENÇA DESCOMPRESSIVA, OU SIMPLESMENTE DD. EM PRATICAMENTE TODA DESCOMPRESSÃO HÁ FORMAÇÃO DE BOLHAS NA CIRCULAÇÃO VENOSA (DEFINIDAS PARA EFEITO DESTA PESQUISA COMO VENOUS GAS EMBOLI OU VGE), AS QUAIS SÃO FILTRADAS PELO PULMÃO E NÃO ESTÃO ASSOCIADAS NECESSARIAMENTE A SINTOMAS DE DD. APARENTEMENTE, GRANDES CONTAGENS DE BOLHAS PARECEM ESTAR LIGADAS A CASOS DE DD, EMBORA O MECANISMO POR TRÁS DESTA ASSOCIAÇÃO NÃO SEJA COMPLETAMENTE COMPREENDIDO. OS SINTOMAS DA DOENÇA DESCOMPRESSIVA SÃO DIVIDIDOS EM DOIS GRUPOS: MÚSCULO-ESQUELÉTICO (TIPO I) E NEUROLÓGICO (TIPO II). VALE RESSALTAR, PORÉM, QUE HÁ INDÍCIOS DE QUE CASOS DE DD TIPO II ESTEJAM ASSOCIADOS À PASSAGEM DESTAS BOLHAS PARA A CIRCULAÇÃO ARTERIAL VIA ALGUM SHUNT (PULMONAR OU CARDÍACO). O PRESENTE ESTUDO VISA ASSOCIAR UMA DADA QUANTIDADE DE GÁS RESIDUAL NOS TECIDOS APÓS UMA IMERSÃO A UMA DETERMINADA QUANTIDADE DE BOLHAS INTRA-VASCULARES (UTILIZADAS AQUI COMO UMA MEDIDA DE SUCESSO DO PERFIL DE DESCOMPRESSÃO), E FORMULAR PROPOSTAS DE ALTERAÇÕES A PERFIS DE DESCOMPRESSÃO CALCULADOS COM BASE EM ALGORITMOS EXISTENTES.


Simulador Numérico de Variabilidade e de Complexidade da Frequência Cardíaca